Meta do pai do Facebook cria nova plataforma de IA para criar avatares mais realistas –

A empresa-mãe do Facebook, Meta, disse na segunda-feira que criou uma nova plataforma de inteligência artificial que pode ajudar a gigante da mídia social a desenvolver avatares mais realistas para mundos virtuais.

Hoje, os avatares que existem nos espaços digitais parecem desenhos animados e não se movem com tanta fluidez quanto os humanos na vida real. Meta acha que a chave para melhorar esses avatares pode estar em aprender mais sobre os ossos, músculos e articulações que compõem o sistema musculoesquelético do corpo humano.

A equipe de IA da empresa desenvolveu uma plataforma chamada MyoSuite que cria modelos musculoesqueléticos realistas com mais eficiência do que os existentes. Os trabalhadores podem treinar esses modelos para imitar movimentos complexos, como girar uma caneta ou girar uma chave, ajudando os pesquisadores a simular o que aconteceria após certas cirurgias, como transferências de tendões. Uma transferência de tendão envolve mover o tecido que conecta os músculos humanos aos ossos para ajudar a restaurar o movimento de uma parte do corpo, como uma mão ou um pé.

“Esta pesquisa pode acelerar o desenvolvimento de próteses, reabilitação física e técnicas de cirurgia. Também pode nos ajudar a desenvolver avatares mais realistas para o metaverso”, disse o CEO e cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, em comunicado sobre o MyoSuite.

Meta disse que está abrindo os modelos musculoesqueléticos construídos através do MyoSuite para pesquisadores. Também está desafiando os pesquisadores a ajudar a empresa a melhorar os modelos para que possam simular tarefas mais desafiadoras, como girar duas bolas de metal Baoding em uma mão.

O lançamento da nova plataforma de IA é outro exemplo de como a Meta está dobrando a construção do metaverso, espaços virtuais onde as pessoas poderão trabalhar, se divertir e socializar. À medida que a Meta se concentra mais na criação de pessoas e ambientes virtuais mais realistas, problemas como assédio e discurso de ódio provavelmente serão mais difíceis para o gigante da mídia social moderar, pois as pessoas usam mais gestos e sons para interagir com os outros.

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John Doe

Curioso e apaixonado por tecnologia.

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